sexta-feira, 31 de julho de 2015

Amastha discute andamento das obras com comunidade e representantes de empresas


Junior Suzuki
Para discutir o andamento das obras de drenagem, terraplanagem e pavimentação asfáltica das quadras 307, 309 e 407 Sul, a Prefeitura de Palmas se reuniu nesta desta sexta-feira, 31, com moradores e representantes responsáveis pelas obras.

Participaram da reunião o prefeito Carlos Amastha, moradores das quadras, representantes da Caixa Econômica Federal, Foz/Saneatins, Energisa, o secretário de Habitação do Estado, Aleandro Lacerda, os engenheiros das obras, a secretária municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos; Luciana Cerqueira e a presidente da Fundação Meio Ambiente, Germana Pires.

Cada representante teve oportunidade de informar o que já foi realizado, as dificuldades e pendências das obras. Os moradores falaram das demandas e puderam tirar dúvidas referentes ao andamento.

A gestão municipal falou da construção das praças nas quadras, chamou atenção para construção das calçadas nas residências como responsabilidade dos moradores. O chefe do Poder Executivo, Carlos Amastha, destacou que o Município está empenhado em auxiliar nas discussões para que evite qualquer dano ou prejuízo aos moradores.

“No momento é preciso trabalhar em parcerias, auxiliar nas pendências e principalmente promover o diálogo entre todos. A Prefeitura tem acompanhado todo processo e os moradores devem ser os beneficiados”, afirmou Amastha.

Na ocasião, foi informado que toda drenagem das quadras 307 e 407 Sul já foi concluída. Na quadra 307 Sul, 60% da terraplanagem já foi realizada e na 407 Sul cerca de 70% também já está pronta. Já na quadra 309 Sul está sendo feita a drenagem e aproximadamente 30% foi realizada.

O secretário estadual Aleandro Lacerda afirmou que as obras estão dentro do cronograma. “Estamos de acordo com o que estava previsto, algumas etapas dependem dos parceiros, mas estamos seguindo o cronograma e buscando soluções para os gargalos”, explicou Lacerda.

O morador da 407 Sul, Pedro Siqueira Campos, avaliou a reunião como positiva. “Nossa expectativa é que sejam concluídas as obras. Com esta reunião avançamos muito. É uma luta antiga dos moradores que está se tornando realidade”, ressaltou Campos.
Sítio próximo à cidade de Šiauliai possui cerca de 200 mil crucifixos e atrai milhares de fiéis, que depositam mais cruzes para atrair sorte e proteção

Viajar mexe com o imaginário das pessoas. Normalmente, a escolha dos turistas é por lugares agradáveis, com opções de passeio que os mantenham entretidos e relaxados, como cidades multiculturais e ilhas paradisíacas. No entanto, ao redor do globo, muitos viajantes optam por regiões com atrações curiosas, que prendem o visitante com histórias inusitadas e até mesmo assustadoras.

Por isso, lugares que dão adrenalina estão entre os destinos preferidos dos mais corajosos. E não somente os parques de diversões, com brinquedos incomuns e ultramodernos. O "turismo do medo" é a causa pelo qual lugares como ilhas fantasmas, teatros assombrados e territórios abandonados entram em inúmeras rotas turísticas.

À primeira impressão, a Colina das Cruzes, na Lituânia, é um desses lugares que causam frio na espinha. Localizada a cerca de 15 quilômetros da cidade de Šiauliai, no norte do país, o sítio apresenta quase 200 mil cruzes de diferentes formatos e tamanhos, deixados por fiéis dos mais diversos locais do mundo. A inusitada atração - que remete a um cemitério - atrai diversos casais que, no dia do casamento, levam um crucifixo para se juntar aos milhares. Eles acreditam que o ritual dá sorte e pedem proteção divina para a nova família. Estranho ou não, o sítio passou a ser um lugar de peregrinação e devoção cristã, apelidado de "A Meca da Lituânia".

A origem ainda é um mistério. Reza a lenda que, há muitos séculos, existia uma catedral na região, fato que não é comprovado. Há indícios de que as primeiras cruzes tenham sido colocadas por lituanos no século 14, como forma de reagir à opressão dos Cavaleiros Teutônicos.

Sobrevivência ao regime soviético
Lituânia: Colina das Cruzes é atração no país


No século 19, inúmeras batalhas entre a Rússia e a Lituânia ocasionaram em milhares de mortes de soldados locais. Com a ausência de corpos, muitas famílias passaram a utilizar a colina para realizar sepultamentos simbólicos. Em 1895, cerca de 200 cruzes já haviam sido colocadas na região, que passou a ser um símbolo da paz e da vontade de libertação do país.

O curioso é que o sítio sobreviveu ao regime comunista do século 20. A Colina das Cruzes chegou a ser destruída pelo governo soviético em três ocasiões, em 1962, 1973 e 1975. Pouco adiantava. Alguns dias depois, os crucifixos voltavam a aparecer.

Boatos afirmam de que desde 1985 não houve mais represálias ao local. No entanto, apenas em 1990, com a independência da Lituânia, o outeiro passou a ser reconhecido como um símbolo para o país. O ápice ocorreu em 1993, quando o Papa João Paulo II visitou e abençoou o monte. Desde então, a colina se tornou um lugar sagrado, alvo de peregrinos, fiéis e casais, que realizam seus matrimônios em meio à multidão de crucifixos

Qualquer pessoa pode fincar uma cruz na região. Não há distinção de tamanho, cor ou valor dos objetos. Hoje em dia, calcula-se mais de 200 mil acessórios no sítio - não só cruzes, mas também estátuas, placas, esculturas, terços e muitos outros utensílios religiosos. A entrada é gratuita. O local possui estacionamentos a preços acessíveis e diversas barracas que vendem artigos religiosos.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Moradores da Índia encontram e criam seres bizarros
Política 30-07-2015 às 15:45Comente







O achado tem um formato estranho e, pelas fotos espalhadas pelo mundo inteiro, logo dividiu as opiniões. Informações publicadas Por Redação Yahoo! Brasil dão conta de que existem três grupos com diferentes pensamentos sobre a criatura.

Conforme a publicação, “o primeiro é formado por quem acredita que se trata de um alien; o segundo tem pessoas que dizem que a figura é um feto de animal com má formação; por fim, há os que acreditam que se trata mesmo de uma montagem”.Para entender bem do que se trata, alguns cientistas querem ter acesso ao elemento, mas estão encontrando dificuldades dos moradores que não querem liberar o achado e decidiram criá-lo.

A reação é considerada como natural por causa das tradições divinas que o povo da Índia cultua até hoje. Alguns dos moradores começam a achar que se trata de algo divino enviado dos céus.

CAPELOBO NO MARANHÃO

No Maranhão algumas tribos indígenas costumam encontrar seres mais estranhos, exibem em fotos, e depois somem ou comem o que acharam.

Em uma aldeia na cidade de Arame, alguns índios afirmam que mataram um capelobo (figura que se parece meio lobo e meio homem), que assustava os povos e comia suas crias e plantações.

A foto chegou até ao Blog do Luis Cardoso e foi confirmada por um índio que estava participando de uma manifestação nas galerias da Assembleia Legislativa, no início deste mês. Ele disse que figuras estranhas são comuns nos arredores das aldeias e que muito são velhos caciques que morreram e insistem em viver de forma diferente.

Mas surgiram aqueles que não acreditaram no capelobo e disseram que se tratavam de um lobo caçado fora do Maranhão, mas nenhum mostrou as provas.


Capelobo morto por indíos em Arame

Aco


O achado tem um formato estranho e, pelas fotos espalhadas pelo mundo inteiro, logo dividiu as opiniões. Informações publicadas Por Redação Yahoo! Brasil dão conta de que existem três grupos com diferentes pensamentos sobre a criatura.

Conforme a publicação, “o primeiro é formado por quem acredita que se trata de um alien; o segundo tem pessoas que dizem que a figura é um feto de animal com má formação; por fim, há os que acreditam que se trata mesmo de uma montagem”.Para entender bem do que se trata, alguns cientistas querem ter acesso ao elemento, mas estão encontrando dificuldades dos moradores que não querem liberar o achado e decidiram criá-lo.

A reação é considerada como natural por causa das tradições divinas que o povo da Índia cultua até hoje. Alguns dos moradores começam a achar que se trata de algo divino enviado dos céus.

CAPELOBO NO MARANHÃO

No Maranhão algumas tribos indígenas costumam encontrar seres mais estranhos, exibem em fotos, e depois somem ou comem o que acharam.

Em uma aldeia na cidade de Arame, alguns índios afirmam que mataram um capelobo (figura que se parece meio lobo e meio homem), que assustava os povos e comia suas crias e plantações.

A foto chegou até ao Blog do Luis Cardoso e foi confirmada por um índio que estava participando de uma manifestação nas galerias da Assembleia Legislativa, no início deste mês. Ele disse que figuras estranhas são comuns nos arredores das aldeias e que muito são velhos caciques que morreram e insistem em viver de forma diferente.

Mas surgiram aqueles que não acreditaram no capelobo e disseram que se tratavam de um lobo caçado fora do Maranhão, mas nenhum mostrou as provas.


Capelobo morto por indíos em Arame

Aco

domingo, 3 de maio de 2015

Diretor: CBF não tem receio de liga, mas Confederação é casa dos clubes - http://sportv.globo.com/site/programas/redacao-sportv/noticia/2015/05/diretor-cbf-nao-tem-receio-de-liga-mas-confederacao-e-casa-dos-clubes.html
Vasco prepara anúncio de equipe de ginastas ex-Fla e da seleção brasileira - http://globoesporte.globo.com/ginastica-artistica/noticia/2015/05/vasco-prepara-anuncio-de-equipe-de-ginastas-ex-fla-da-selecao-brasileira.html

O respeito voltou

O respeito voltou: Vasco vence de novo Bota, quebra jejum e é campeão - http://globoesporte.globo.com/rj/futebol/campeonato-carioca/noticia/2015/05/o-respeito-voltou-vasco-vence-de-novo-bota-quebra-jejum-e-e-campeao.html